Teste de TDAH para Adolescentes (6-18 anos)

✅ Teste Online e Gratuito de Triagem (não substitui avaliação profissional)

🧠 1. Os Testes Online Gratuitos, como este, e a maioria dos existentes na internet, são apenas pré-avaliações que oferecem um panorama inicial em poucos minutos — não substituem uma Avaliação Neuropsicológica de TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade), conduzida por profissionais especializados.

🧠 2. Para obter um Laudo/Relatório relacionado ao TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade) — indispensável em alguns casos para escola, trabalho ou INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) — é necessário realizar uma avaliação neuropsicológica completa, evitando graves problemas de autodiagnóstico.

🧠 3. Após responder ao teste, você verá os resultados preliminares instantaneamente. Confiar apenas nesses sinais pode atrasar cuidados essenciais, aumentar a ansiedade, piorar sintomas e levar a decisões equivocadas: proteja sua saúde mental.

Foto da Psicologa em Florianopolis Thais Barbi

Thais Barbi

Número de Registro: CRP12-08005

+ 20.000 Pessoas Acolhidas em 15 anos
+ 300 Avaliações Neuropsicológicas realizadas
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📊 Como saber se posso ter TDAH na adolescência com o teste?

O teste online gratuito tem duas partes (A e B). Se em qualquer das duas partes tira 5 pontos ou mais você tem mais probabilidade de ter TDAH

📊 É este teste de TDAH para Adolescentes?

Sim. Este teste é voltado para adolescentes (em geral de 12 a 17 anos). Pode ser respondido pelo(a) adolescente e, se possível, também por um responsável para comparar percepções.

📝 Questionário de TDAH para Adolescentes em PDF grátis

Aqui você pode baixar o mesmo Teste-Quiz de TDAH para adolescentes em PDF mas o meu teste online já faz a contagem para você. 

📑 Este teste é tipo quiz mas para TDAH?

Exatamente, mesmo que não pareça este quiz é importante para fazer uma primeira triagem e saber as probabilidades de você ter TDAH

📊 Quais sinais de TDAH podem aparecer na adolescência?

Com o teste gratuito online você pode saber qual tipo de TDAH  você tem:
1. TDAH Desatento
2. TDAH Hiperativo
3. TDAH Combinado (os dois)

Perguntas sobre o Teste de TDAH para Adolescentes?

ASRS-18 (Autoteste) para adolescentes e SNAP-IV para crianças. Eles são apenas um ponto de partida para identificar alguns possíveis sintomas iniciais de TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade).

Desatenção: dificuldade em prestar atenção a detalhes ou cometer erros por descuido.
Desatenção: dificuldade em manter a atenção em tarefas ou atividades.
Desatenção: parece não escutar quando lhe dirigem a palavra diretamente.
Desatenção: dificuldade em seguir instruções ou terminar tarefas (não por oposição, mas por se perder no processo).
Desatenção: dificuldade em organizar tarefas e atividades.
Desatenção: evita ou reluta em tarefas que exigem esforço mental constante (tende a procrastinar).
Desatenção: perde com frequência objetos necessários (chaves, material, documentos, carteira, celular).
Desatenção: é facilmente distraído por estímulos externos (ou por pensamentos internos).
Desatenção: é esquecido em atividades diárias (compromissos, prazos, recados).
Hiperatividade/Impulsividade: agita mãos ou pés ou se remexe na cadeira.
Hiperatividade/Impulsividade: levanta-se em situações em que se espera que permaneça sentado.
Hiperatividade/Impulsividade: corre ou escala em situações inadequadas (em adolescentes/adolescentes pode ser “inquietação interna”).
Hiperatividade/Impulsividade: tem dificuldade de brincar ou se envolver silenciosamente em lazer.
Hiperatividade/Impulsividade: parece estar “a mil por hora”, como se fosse movido por um motor.
Hiperatividade/Impulsividade: fala em excesso.
Hiperatividade/Impulsividade: responde antes de as perguntas serem concluídas.
Hiperatividade/Impulsividade: tem dificuldade em aguardar sua vez.
Hiperatividade/Impulsividade: interrompe ou se intromete em conversas/atividades dos outros.

Para TDAH, os profissionais médicos mais comuns são:

  • Psiquiatra (adulto ou infantil): costuma diagnosticar e tratar, incluindo prescrição e ajuste de medicação e acompanhamento dos sintomas.

  • Neurologista (geral ou neuropediatra): também pode avaliar e tratar, especialmente quando é importante descartar outras causas neurológicas.

  • Pediatra (crianças) / médico de família/clínico geral (adolescentes): podem fazer triagem inicial, pedir exames básicos, encaminhar e, em alguns casos, acompanhar em conjunto com especialista.

Quando vale procurar além do médico:

  • Psicólogo: faz psicoterapia (ex.: TCC — Terapia Cognitivo-Comportamental) e treino de habilidades (organização, rotina, impulsividade).

  • Neuropsicólogo: faz avaliação neuropsicológica quando há dúvida diagnóstica, necessidade de documentar o perfil cognitivo, ou para diferenciar TDAH de ansiedade, depressão, TEA, etc.

Desatenção: dificuldade em manter foco, organizar tarefas, esquecer prazos/objetos, perder detalhes. Hiperatividade: inquietação, necessidade de se mexer, sensação de “motor ligado”, dificuldade de ficar parado (em adolescentes pode ser mais interna). Impulsividade: interromper, falar/agir antes de pensar, dificuldade de esperar a vez, decisões rápidas com arrependimento depois.

Com o teste de TDAH que você tem nessa página você pode dar o primeiro passo para saber se tem probabilidades de ter ou não. 

Crise de TDAH” não é um termo médico oficial. O que as pessoas costumam chamar de “crise” é um pico de desregulação: a atenção, o controle de impulsos e/ou as emoções saem do eixo por estresse, cansaço, excesso de estímulos ou cobrança.

Como geralmente aparece (na prática)

  • Sobrecarga mental: muitos pensamentos ao mesmo tempo, sensação de “pane”, dificuldade de decidir por onde começar.

  • Paralisia para iniciar/terminar: a pessoa sabe o que precisa fazer, mas não consegue começar ou conclui “aos trancos”.

  • Irritabilidade e explosões: impaciência, respostas mais ríspidas, estourar por coisas pequenas (às vezes seguido de culpa).

  • Agitação/inquietação: corpo “ligado”, mexer mãos/pés, levantar, andar, roer unhas, trocar de tarefa sem concluir.

  • Impulsividade aumentada: interromper, comprar/falar/mandar mensagem no impulso, decisões rápidas.

  • Hiperrfoco (hiperfoco) em algo “errado” para o momento: prende em uma coisa e perde horas, mesmo com outras prioridades urgentes.

  • Ansiedade de performance: sensação de urgência, aperto no peito, medo de falhar, autocrítica forte.

OUTRAS VERSÕES: INFANTIL | ADULTO 

Responda este questionário sobre seu filho(a)

Este questionário é uma triagem inspirada em escalas de autorrelato e em critérios clínicos usados internacionalmente (como o Organização Mundial da Saúde (OMS)

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Thais Barbi

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TDAH na adolescência: este teste online serve para diagnóstico?

Importante: este conteúdo é educativo e serve como triagem/rastreio. Um teste tdah online não fecha diagnóstico. Se o resultado sugerir probabilidade relevante (ou se a sua vida estiver travada por isso), o próximo passo é avaliação com profissional habilitado.

Na prática clínica, quando alguém chega dizendo “acho que tenho TDAH”, eu não começo pelo teste. Eu começo pela vida: o que está difícil, há quanto tempo, em quais contextos (trabalho, estudo, casa), e qual é o custo real disso. A triagem (triagem: avaliação inicial para estimar probabilidade, não para fechar diagnóstico) entra como um instrumento para organizar hipóteses e direcionar o próximo passo — não como “prova”.

🧠 Quais sinais de TDAH podem aparecer na adolescência?: o que o teste do tdah mede (e o que ele não mede)

Quando você procura teste de tdah ou testes de tdah, geralmente está buscando uma coisa: clareza. Só que a clareza não vem de um número sozinho. Ela vem de entender o que está sendo medido e o que pode distorcer o resultado.

Um bom teste para tdah (em especial os de triagem) tenta estimar a presença de padrões como:

  • Desatenção: dificuldade de sustentar foco, perder detalhes, esquecer compromissos, “sumir” no meio da tarefa.
  • Impulsividade: responder antes, interromper, agir no automático, falar rápido, trocar de assunto.
  • Hiperatividade/inquietação: sensação de motor ligado, agitação interna, desconforto ao ficar parado.

O que ele não mede bem sozinho: história (desde quando isso existe), prejuízo real (o que isso custa), contexto (onde piora/melhora) e diagnóstico diferencial (o que pode parecer TDAH, mas não ser).

🧭 Começo honesto: como saber se tenho tdah olhando para a vida real

Se você me pergunta como saber se tenho tdah, eu devolvo com 3 perguntas práticas:

  1. Persistência: isso acontece há anos, ou é algo recente?
  2. Contextos: aparece em mais de um ambiente (trabalho/estudo/casa) ou só em um?
  3. Custo: qual é o preço disso (prazos perdidos, conflitos, exaustão, culpa, queda de rendimento)?

Um ponto que eu sempre reforço: pontuar alto num teste pode organizar o raciocínio, mas não é carimbo. “Existe muita coisa que pode imitar TDAH — privação de sono, ansiedade, depressão, estresse crônico, uso de substâncias, burnout, até fases de vida com sobrecarga.”

E existe o inverso: gente com TDAH bem típico que pontua baixo por minimizar (“todo mundo é assim”), por vergonha, ou por ter criado compensações rígidas.

🖥️ Onde entram os testes de tdah online (e como usar sem se enganar)

Eu gosto de testes de tdah online quando eles são usados do jeito certo: como uma forma de dar linguagem ao que a pessoa já sente e organizar hipóteses.

Em adolescentes, eu uso com frequência o ASRS (Escala de Autorrelato de Sintomas em adolescentes: questionário breve para rastrear sintomas compatíveis com TDAH). Ele é útil porque dá linguagem para aquilo que a pessoa já sente: dificuldade de sustentar atenção, procrastinação, impulsividade, desorganização, esquecimento, “cabeça pulando”.

Mas eu sempre reforço um ponto: pontuar alto no ASRS não significa automaticamente ter TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade: condição do neurodesenvolvimento com impacto em atenção, impulsividade e/ou hiperatividade).

🧩 O erro mais comum em teste tdah online

  • Tratar o teste como “prova” e não como triagem.
  • Ignorar sono, ansiedade, burnout (os “fatores que embaralham”).
  • Buscar o rótulo sem buscar o plano (a vida continua igual, só com uma etiqueta a mais).

👩‍💼 adolescentes na prática: tdah adolescentes teste e o que eu observo além da pontuação

Um caso composto bem comum: homem de 33 anos, gerente, chega exausto e irritado consigo mesmo. Diz que só funciona “no desespero”, vive adiando tarefas e perde prazos. No ASRS, pontua alto em desatenção e impulsividade (interrompe, fala rápido, muda de assunto). Ele quer uma resposta rápida: “é TDAH, né?”.

Quando eu aprofundo, aparecem três fatores: dorme 4–5 horas há meses, toma cafeína o dia todo, e está num estado constante de ansiedade antecipatória (“se eu falhar, tudo desmorona”). O que funcionou primeiro foi voltar ao básico: sono, rotina mínima, reduzir estimulantes, e estratégias para ansiedade.

O que não funcionou foi ele tentar “se organizar” com cinco apps e um método novo por semana. Para muita gente com esse perfil, excesso de ferramenta vira mais culpa e mais evasão.

Outro caso composto: mulher de 29 anos, excelente acadêmica, chega dizendo que tem “um cérebro que nunca desliga” e que está esgotada de mascarar. Ela sempre entregou tudo, mas com um custo absurdo: noites viradas, perfeccionismo, crise quando algo sai do controle. No ASRS, pontua alto. Aqui eu presto atenção a um detalhe: nem toda “alta performance” exclui TDAH — às vezes é justamente uma compensação.

O que funcionou com ela foi sair do “tudo ou nada”: aprender a planejar com margem, quebrar tarefas em microinícios, e reduzir o padrão de autocobrança que mantinha o ciclo. O que não funcionou foi o conselho genérico “é só ter disciplina”. Disciplina sem estratégia, nesse caso, só reforçava vergonha.

🧪 Um teste de tdah quiz para organizar hipóteses (sem virar “veredito”)

Abaixo vai um teste de tdah quiz em formato de triagem rápida. Não é diagnóstico. A ideia é você perceber padrões e já sair com perguntas melhores para uma avaliação clínica.

📝 Como responder

Marque a frequência nos últimos 6 meses e pense em mais de um contexto (casa, trabalho, estudo): 0 = nunca, 1 = raramente, 2 = às vezes, 3 = frequentemente, 4 = muito frequentemente.

  1. 🧠 Eu começo tarefas e travo para manter até o fim (principalmente quando é repetitivo).
  2. 🧩 Eu me distraio com facilidade (barulho, notificações, pensamentos, “cabeça pulando”).
  3. 🗂️ Eu perco prazos ou subestimo o tempo necessário, mesmo com boa intenção.
  4. 🧾 Eu esqueço compromissos/objetos ou dependo de lembretes para quase tudo.
  5. 🚦 Eu interrompo, respondo antes, falo rápido ou ajo no impulso com frequência.
  6. 🪑 Eu sinto inquietação interna (ou necessidade de se mexer) quando preciso ficar parado.
  7. 📚 Eu leio a mesma coisa várias vezes e não retenho, ou “desligo” em conversas.
  8. 🧹 Eu tenho dificuldade de manter organização básica (não por “preguiça”, mas por perder o fio).
  9. ⏳ Eu funciono melhor na urgência do que na rotina (só engreno no desespero).
  10. 🎯 Eu hiperfoco em coisas interessantes e “sumo” do resto, perdendo horários.

📌 Interpretação simples

  • 0–12: baixo rastreio (ainda pode haver dificuldades, mas o padrão pode ser mais situacional).
  • 13–24: atenção! vale investigar fatores que embaralham (sono, ansiedade, humor, sobrecarga).
  • 25+: probabilidade maior — bom motivo para avaliação clínica e, se indicado, neuropsicológica.

Eu repito: triagem é porta, não destino. “A triagem entra como um instrumento para organizar hipóteses e direcionar o próximo passo — não como ‘prova’.”

🔎 Na prática: sintomas de tdah teste sem confundir com estresse e ansiedade

Quando alguém busca sintomas de tdah teste, costuma estar tentando validar uma sensação: “por que eu não consigo fazer o óbvio?”. Aqui, eu presto atenção em dois eixos:

  • Tempo: isso vem desde antes ou “nasceu” depois de uma fase (burnout, luto, sobrecarga, depressão)?
  • Qualidade do sintoma: é distração por “barulho interno” e dificuldade de iniciar/terminar, ou é um cansaço global e sem energia?

Uma armadilha comum na triagem é ignorar os “fatores que embaralham”. Às vezes o resultado alto no ASRS está sinalizando sofrimento real, mas a origem principal é outra.

🚦 Checklist de alerta: sinais de tdah teste que aparecem em mais de um contexto

Eu confio mais nos sinais de tdah quando eles atravessam ambientes e deixam rastros consistentes:

  • Histórico: “sempre foi assim”, desde escola/infância, mesmo que com compensações.
  • Prejuízo repetido: atrasos, esquecimentos, desorganização, conflitos por impulsividade.
  • Ciclo clássico: culpa → procrastinação → urgência → exaustão → culpa.

“Eu trabalho muito com o ciclo: culpa → procrastinação → urgência → exaustão → culpa. Quando a pessoa aprende a interromper o ciclo, a vida muda.”

🧒 Crianças com cuidado: teste tdah infantil precisa de mais de um olhar

Em crianças e adolescentes, eu costumo usar instrumentos de triagem como SNAP-IV (Escala de Avaliação de Sintomas do TDAH: questionário para pais e professores), justamente porque precisamos olhar mais de um contexto.

Uma regra prática: se aparece só em um ambiente, eu investigo o ambiente. Um caso composto: menino de 10 anos com queixa de “não para quieto” e “não aprende”. Pais relatam muita inquietação em casa; a escola descreve distração e dificuldade de terminar tarefas. O SNAP-IV vem alto.

Antes de qualquer rótulo, eu observo: como são as instruções? há rotina? há reforço claro? existe bullying? como está o sono?

O que funcionou aqui foi alinhar família e escola em estratégias simples e consistentes: instruções curtas, checagem de entendimento, tarefas fracionadas, pausas programadas, reforço positivo e previsibilidade.

O que não funcionou foi punição contínua (“você não quer”, “você não tenta”) — isso só aumentava oposição, desmotivação e sensação de incompetência.

🧸 Com responsabilidade: teste online tdah infantil não substitui escola + família

Eu entendo por que tanta gente procura teste online tdah infantil: é rápido, acessível e dá sensação de “primeiro passo”. Mas, para criança, a triagem faz sentido quando:

  • há perguntas para pais e, idealmente, também para professores;
  • o foco está em prejuízo e contexto, não só em “criança agitada”;
  • há orientação clara sobre o que fazer depois (rotina, sono, escola, avaliação).

🧑‍🎓 Juventude primeiro: teste de tdah para jovens e a fase que mais embaralha tudo

Em jovens, eu observo um detalhe: a fase em si já é um “turbilhão” de sono irregular, dopamina buscando novidade, pressão escolar e social, além de telas. Por isso, teste de tdah para jovens precisa ser lido com contexto.

Um exemplo composto: adolescente de 15 anos com “falta de foco”, notas caindo e irritabilidade. A família quer “teste de TDAH”. A triagem sugere desatenção. Quando eu investigo, aparece privação de sono por uso de celular até tarde, isolamento, humor deprimido e ansiedade social.

O que funcionou foi reorganizar hábitos, tratar humor e ansiedade, e só depois reavaliar a persistência do padrão atencional. O que não funcionou foi começar pelo “você precisa se esforçar mais” — porque ele já estava no limite.

📱 Sem armadilhas: tdah teste online adolescencia com sono, telas e ansiedade no radar

Se você vai fazer um tdah teste online adolescencia, eu recomendo anotar junto:

  • 🛌 quantas horas de sono reais por noite (e se há “viradas”);
  • 📱 tempo de tela à noite e uso de celular na cama;
  • 😰 ansiedade antecipatória (medo de falhar) e humor deprimido;
  • 🏫 se o problema aparece em mais de um contexto.

🧾 Para baixar e conversar: teste tdah para imprimir (com botão de PDF)

Se a sua ideia é levar algo para a consulta, faz sentido usar um teste tdah para imprimir como checklist de conversa. Dica prática: no topo da página (lá em cima), deixe um botão para baixar em PDF e imprimir — isso aumenta muito a utilidade do conteúdo.

🖨️ Checklist para imprimir (triagem pessoal)

  • ✅ Eu tenho dificuldade de iniciar tarefas mesmo sabendo que são importantes.
  • ✅ Eu perco coisas, esqueço compromissos ou dependo de lembretes o tempo todo.
  • ✅ Eu me distraio fácil e preciso “me puxar de volta” muitas vezes.
  • ✅ Eu procrastino e depois entro no modo urgência.
  • ✅ Minha organização funciona por pouco tempo e depois desmorona.
  • ✅ Isso aparece em mais de um contexto (não só em um).
  • ✅ Isso tem custo real (prazos, conflitos, exaustão, culpa).

Como usar: leve marcado e anote exemplos concretos (2 ou 3) de cada item. Na avaliação clínica, exemplo vale mais que opinião.

🧠 Diagnóstico e realidade: existe exame neurologico para tdah?

Essa é uma das perguntas que eu mais escuto: “qual exame detecta TDAH?”. Aqui vai direto: não existe um exame neurológico, de imagem ou de sangue que ‘prove’ TDAH isoladamente.

O diagnóstico é clínico (história + critérios + prejuízo + contexto) e pode ser apoiado por avaliação neuropsicológica quando faz sentido. Exames complementares podem aparecer para descartar outras causas (por exemplo, sono, condições médicas, uso de substâncias), mas não como “teste definitivo de TDAH”.

Quando a triagem aponta uma probabilidade relevante, eu avanço para uma avaliação clínica e, se for o caso, neuropsicológica. O objetivo não é apenas “confirmar”, mas entender como a pessoa funciona: atenção sustentada, memória de trabalho (memória de trabalho: capacidade de manter e manipular informação por poucos segundos), velocidade de processamento (velocidade de processamento: rapidez para lidar com informações simples), controle inibitório (controle inibitório: frear impulsos), planejamento e organização.

💰 Na prática: quanto custa um exame de tdah (e por que a avaliação neuropsicológica varia)

Quando alguém pergunta quanto custa um exame de tdah, eu costumo traduzir: na maioria das vezes, você está perguntando sobre avaliação clínica e/ou avaliação neuropsicológica.

O valor costuma variar por região, número de sessões, complexidade do caso e bateria de testes. E aqui entra algo importante: avaliação bem feita não é “um teste”. É um processo.

Um ponto que eu repito muito: diagnóstico útil é aquele que muda conduta. Se o processo termina apenas com “tem TDAH”, mas não vira um mapa prático, a pessoa sai com mais uma etiqueta e a mesma vida caótica.

🧭 Se você está perdido: como descobrir se tenho tdah sem virar refém de autotestes

Se você quer como descobrir se tenho tdah de um jeito que realmente ajude, eu sugiro um caminho em 4 passos:

  1. 📝 Faça uma triagem (online ou impressa) e anote exemplos.
  2. 🛌 Cheque “fatores que embaralham” (sono, ansiedade, humor, sobrecarga, substâncias).
  3. 👥 Veja se aparece em mais de um contexto (e, em crianças, inclua escola).
  4. 🧠 Se o prejuízo é real, leve isso para avaliação clínica (e neuropsicológica quando indicado).

🛠️ O que eu faço em terapia quando TDAH entra na hipótese

Na psicoterapia individual, em TDAH, eu quase sempre trabalho em três eixos:

📚 Psicoeducação aplicada

Entender como o cérebro com TDAH lida com recompensa e tempo. Muitas pessoas com TDAH não “sentem” o futuro da mesma forma; elas funcionam por urgência, novidade, interesse ou consequência imediata. Isso não é falta de caráter — é um padrão neurocognitivo. Só essa compreensão já reduz culpa e aumenta aderência.

🧰 Estratégias externas

Em TDAH, confiar apenas na memória e na “força de vontade” costuma falhar. Funciona melhor externalizar: lembretes, listas curtas, rotina visível, objetos no lugar certo, reduzir distrações, preparar o ambiente para a ação.

Um exemplo: em vez de “vou treinar 5x por semana”, começar com “vou colocar o tênis ao lado da cama e caminhar 10 minutos após o café”. O que funciona é o início fácil. O que não funciona é o plano grandioso que depende de motivação constante.

💛 Regulação emocional e autocrítica

Muita gente com TDAH tem histórico de críticas (“você é bagunçado”, “você não presta atenção”) e carrega vergonha. A terapia precisa tratar isso, porque vergonha alimenta evasão, e evasão alimenta caos.

Um detalhe que faz diferença na minha experiência: em TDAH, o plano precisa ser “à prova de dias ruins”. Se a estratégia só funciona quando a pessoa está motivada e descansada, ela vai falhar. Então eu prefiro sempre perguntar: “qual é a versão mais fácil disso?” e “o que você consegue fazer mesmo cansado?”. Muitas vezes, o salto terapêutico acontece quando a pessoa aceita que consistência não é intensidade; é repetição possível.

🧨 Medo comum na internet: tdah pode virar esquizofrenia?

Essa frase assusta — e eu gosto de responder com clareza: TDAH não “vira” esquizofrenia.

O que existe é: (1) algumas pessoas podem ter comorbidades ou vulnerabilidades compartilhadas, (2) sintomas de outras condições podem confundir triagens, e (3) em contextos específicos, alguns medicamentos e doses podem aumentar risco de sintomas psicóticos em uma minoria — por isso acompanhamento médico responsável importa.

Se alguém tem sinais de psicose (alucinações, delírios, quebra importante de realidade), isso é outra conversa clínica e deve ser avaliado com prioridade. Psicose não é “sintoma típico” de TDAH.

🎯 Para fechar: o teste é a porta — o valor está no processo

No fim, eu volto ao começo: triagem (ASRS, SNAP-IV) é porta, não destino. O valor de um bom processo é transformar confusão em clareza e clareza em ação.

E ação, no TDAH, quase sempre significa menos culpa, mais estrutura externa, metas menores e um ambiente desenhado para o cérebro real — não para o cérebro ideal.

✅ Próximo passo prático

  • Se você pontuou alto: leve exemplos + checklist para avaliação.
  • Se você pontuou médio: revise sono, ansiedade, humor e sobrecarga por 2–4 semanas e reavalie.
  • Se é infantil/adolescente: inclua escola e contexto sempre.