Grupo de Habilidades Sociais

Se você trava para se posicionar, sai de conversas pensando “eu devia ter falado”, evita dizer “não” para não desagradar e depois fica se cobrando, este grupo é para você. Aqui você vai treinar habilidades sociais na prática, com exercícios guiados e feedback, para aplicar no dia a dia (trabalho, relações e vida social), usando técnicas baseadas em evidências científicas.

Foto da Psicologa em Florianopolis Thais Barbi

Thais Barbi

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Instituições e empresas que confiam na Thais Barbi

O que é e como funcionam os Grupos de Habilidades Sociais Online

Na internet, existem muitos grupos conduzidos por voluntários ou por pessoas com boa escuta, e isso pode ajudar a não se sentir sozinho(a).

Mas, quando a dificuldade envolve habilidades sociais (timidez, ansiedade social, medo de julgamento, dizer “não”, se posicionar, lidar com críticas), faz muita diferença ter um espaço profissional, com acolhimento e técnica ao mesmo tempo.

No grupo terapêutico, você não vem só para desabafar: você vem para treinar na prática, com exercícios e estratégias baseadas em evidências (como TCC — Terapia Cognitivo-Comportamental e Atenção Plena (Mindfulness)), aplicadas ao seu caso real. Se quiser conhecer em profundidade o Treino em Habilidades Sociais, recomendo esta leitura.

Thais Barbi - Psicóloga responsável pelo grupo de habilidades sociais
Capa psicoterapia para treino de habilidades sociais em grupo

Benefícios do Grupo de Habilidades Sociais

Para quem quer desenvolver o seu máximo potencial social

Foto da Thais Barbi - Facilitadora do grupo de habilidades sociais
Desenho das tarefas de casa no grupo de habilidades sociais

Quando a timidez/ansiedade social “trava” você

Não é falta de vontade. É o corpo em alerta: dá branco, a voz some, você evita falar e depois fica em autocobrança. No grupo, você treina em segurança, com passos pequenos e reais, até ganhar firmeza.

Desenho de duas pessoas treinando as habilidades sociais

Medo de julgamento, autocrítica e culpa

Muita gente vive pensando “vão achar ridículo”, “vou parecer estranho(a)”, “eu atrapalho”. Aqui, você aprende a identificar esses padrões e a responder com mais clareza e menos culpa, sem se anular.

Desenho das instrucoes e praticas psicológicas para o grupo de apoio online

Isolamento e dificuldade de se posicionar

Quando você evita conversa, limites e conflitos, a vida vai ficando menor. No grupo, você pratica comunicação, assertividade e limites, dizer “não”, pedir o que precisa, lidar com críticas, com apoio e estratégia, no seu ritmo.

Confira quem me da carinho
Nos depoimentos do meu trabalho

Thais Barbi - Responsável dos grupos de apoio para pessoas com transtorno depressivo

Valor da Terapia Grupal Online

O que você Paga e o que você Recebe

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PARA QUEM É (E PARA QUEM NÃO É)

✅ É para você se…

  • quer aprender estratégias práticas para o dia a dia

  • busca um espaço acolhedor e sem julgamento

  • quer evoluir no seu ritmo 

❌ Talvez não seja para você se…

  • precisa de atendimento individual imediato/crise aguda

  • procura “cura” ou soluções milagrosas

  • não pode manter uma frequência mínima

(Se você estiver em crise, priorize atendimento individual/urgência.)

Desenho-de-uma-lista-de-beneficios.png

O QUE ESTÁ INCLUÍDO NA ASSINATURA

✅ Encontro em grupo (online) 1x/semana (1 hora e meia para grupos reduzidos ou 2 horas para grupos grandes)

✅ Temas guiados + exercícios práticos

✅ Plano de ação da semana (simples e aplicável)

✅ Materiais de apoio (checklists/resumos)

✅ Acompanhamento da lista de espera e comunicação por e-mail

✅ Participação ativa 

🤏

POR QUE ESTE GRUPO TEA É DIFERENTE

✅ CONDUÇÃO PROFISSIONAL E ESTRUTURA CLARA
Encontros guiados com temas e objetivos. Você sabe o que esperar (sem improviso, sem pressão).

✅ AMBIENTE SEGURO E RESPEITOSO
Regras de convivência e confidencialidade para reduzir ansiedade social e aumentar conforto.

✅ GRUPO PRIVADO NO WHATSAPP (COM MODERAÇÃO)
Um espaço para avisos, materiais e apoio entre encontros — com regras claras.

✅ ADAPTADO PARA AUTISTAS (NO SEU RITMO)
Nada de exposição forçada.

✅ FOCO EM ESTRATÉGIAS PRÁTICAS
Menos teoria solta, mais ferramentas aplicáveis: rotina, sobrecarga, comunicação, limites e autocuidado.

✅ ACOMPANHAMENTO COM MATERIAIS
Resumos e exercícios simples para você levar para a semana.

🚀

O QUE VOCÊ VAI GANHAR NA PRÁTICA

✅ MENOS SOBRECARGA NO DIA A DIA
Você aprende a reconhecer gatilhos e criar ajustes realistas na rotina.

✅ MAIS CLAREZA E AUTOCONHECIMENTO
Entender padrões, necessidades e limites sem culpa.

✅ MELHOR AUTO-CONTROLE EMOCIONAL
Estratégias para lidar com ansiedade, frustração e cansaço.

✅ RELACIONAMENTOS MAIS SAUDÁVEIS
Comunicação mais direta, limites mais claros e menos conflitos.

✅ PERTENCIMENTO (SEM SE SENTIR “ESTRANHO”)
Contato com pessoas parecidas com você — e a sensação de não estar sozinho(a).

✅ SUPORTE ENTRE ENCONTROS (SEM FICAR SOZINHO[A])
No WhatsApp, você troca experiências, recebe lembretes e mantém constância com o grupo.

 

 

ASSINATURA ATIVA

R$ 350/mês Equivale à R$ 43,75/hora
  • ✅ 1 Sessão semanal
  • ✅ Max. 20 pessoas ativas
  • ✅ 120 Minutos (conforme tamanho do grupo)
  • ✅ Tarefinhas de Casa + Recursos cada semana (na área interna)
  • ✅ Grupo de Whatsapp para trocar ajuda e experiências
  • ✅ Atendimento prioritário por Whatsapp
  • ✅ 1 Terapia por mês personalizada em você dentro do grupo
  • ✅ Questionário VIP de 97 Perguntas

ASSINATURA OUVINTE

R$ 175/mês Equivale à R$ 21,88/hora
  • ✅ 1 Sessão semanal
  • ✅ Max. 50 pessoas ativas
  • ✅ 120 Minutos (conforme tamanho do grupo)
  • ✅Tarefinhas de casa + Recursos cada semana (na área interna
  • ❌ Grupo de Whatsapp para trocar ajuda e experiências
  • ❌ Atendimento prioritário por Whatsapp
  • ❌ Terapia por mês personalizada em você dentro do grupo
  • ❌ Questionário VIP de 97 Perguntas​

Bem-vind@ ao seu grupo Acolhedor Assertivo Confidencial Seguro

A Terapia em Grupo de Habilidades Sociais quer que você aprenda, se descubra, se foque na sua qualidade de vida, faça amizades e muito mais!

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Acessando ao Grupo você...

Mais informações sobre o Grupo de Habilidades Sociais

🧩 Introdução ao Grupo de Habilidades Sociais

Ao longo da minha trajetória clínica, poucas áreas me pareceram tão “simples de explicar” e tão profundas de viver quanto habilidades sociais. Muita gente chega achando que o tema é sobre “aprender a conversar” ou “ficar mais extrovertido”. E eu costumo começar desfazendo esse equívoco: habilidades sociais não são um truque social, são ferramentas de autorregulação, vínculo e posicionamento. Em outras palavras: é a ponte entre o que a pessoa sente, o que ela pensa e o que ela consegue fazer na presença do outro. Se você quer um exemplo bem direto do que isso costuma envolver no dia a dia, veja 3 habilidades interpessoais. Quando eu falo de grupo de habilidades sociais, eu não estou falando de um espaço para “ensinar boas maneiras” ou treinar frases decoradas. Eu estou falando de um formato terapêutico (e muitas vezes psicoeducativo) que coloca a vida acontecendo em tempo real, com segurança, estrutura e objetivo. E isso muda tudo.

🧠 Treinamento de habilidades sociais em grupo: o que é (e o que não é)

Eu gosto de pensar que um grupo bem feito é um treino com quatro camadas: comportamento (o que eu faço), cognição (o que eu interpreto), emoção (como me sinto) e fisiologia (o que meu corpo dispara). É por isso que, para muita gente, não basta “saber o que dizer”. Uma frase que eu escuto com frequência é: “Eu sei o que eu deveria falar, mas na hora eu viro outra pessoa.” Quando isso acontece, o problema raramente é “falta de inteligência” ou “falta de consciência”. O que aparece é o corpo no comando. E aí o treino precisa ser honesto: seu corpo entra em modo defesa; vamos treinar habilidades com estratégias de regulação e exposição graduada. Isso é bem diferente de empurrar alguém para performar uma confiança que ela ainda não tem. Se você quer ver esse recorte aplicado de forma bem organizada, confira treinamento de habilidades sociais na tcc. O que um grupo de habilidades sociais NÃO é:
  • Não é um “curso para virar extrovertido”.
  • Não é uma lista de “dicas” soltas sem prática.
  • Não é um lugar para treinar frases “perfeitas” sem tocar em medo e vergonha.
O que um grupo de habilidades sociais É:
  • Um espaço estruturado para praticar interações com feedback específico.
  • Um lugar para treinar assertividade sem virar agressividade e sem virar silêncio.
  • Um ambiente para aprender reparação: retomar conversa, ajustar rota, pedir desculpas com dignidade.

🧩 Grupo terapêutico de habilidades sociais: para quem é (crianças, adolescentes e adultos)

Uma dúvida comum é: “isso é só para criança?” Não. O formato em grupo é extremamente útil em diferentes idades, desde que o grupo seja bem montado (faixa etária, objetivos, nível de suporte e perfil de funcionamento). Para crianças, o foco costuma ser socialização, regras de convivência, turnos, brincadeira, leitura emocional, resolução de conflitos e comunicação clara. Para adolescentes, entram forte temas como pertencimento, vergonha, limites, status social, mensagens, convites, rejeição, conflitos e identidade. Para adultos, o grupo costuma girar em torno de limites, trabalho, feedback, negociação, intimidade, reparação e autorregulação em situações de alta carga emocional. E aqui eu volto a uma ideia que guia muito meu raciocínio clínico: nas avaliações neuropsicológicas, habilidades sociais aparecem como um mosaico. Então, “para quem é?” depende de entender qual peça desse mosaico está puxando a dificuldade.

🧠 Avaliação neuropsicológica e habilidades sociais: quando o “social” é um retrato do funcionamento

Tem gente que chega dizendo “tenho dificuldade para me relacionar”. Mas muitas vezes vem disfarçado: “não consigo manter emprego”, “eu me isolo”, “sempre arrumo briga”, “minha família diz que sou grosso”, “eu travo em reuniões”, “eu explodo por coisa pequena”. E a avaliação (e a boa entrevista clínica) ajuda a responder uma pergunta que eu considero central: isso é principalmente déficit de repertório, ansiedade/evitação, dificuldade de leitura de pistas sociais, impulsividade, rigidez cognitiva, baixa tolerância a frustração, fadiga, ou uma combinação? Eu me lembro de um homem de 32 anos (caso clínico, com detalhes alterados) que dizia: “Eu sei o que eu deveria falar, mas na hora eu viro outra pessoa.” No papel, ele tinha linguagem excelente, inteligência dentro do esperado, e até boa consciência do próprio comportamento. Mas na entrevista surgiam sinais consistentes de ansiedade social alta e um padrão de hipervigilância: ele monitorava o rosto do outro, tentava prever rejeição e, para “não passar vergonha”, fugia. Na prática, não era falta de habilidade era um sistema de ameaça ligado. A devolutiva não foi “você precisa ser mais confiante”; foi: “seu corpo entra em modo defesa; vamos treinar habilidades com estratégias de regulação e exposição graduada”. E isso muda o tipo de grupo indicado, o ritmo e as tarefas. Em outro caso, uma mulher de 27 anos chegava com a queixa de “sou intensa, as pessoas se afastam”. Apareciam impulsividade, dificuldade de inibir respostas e uma sensibilidade enorme a sinais de abandono. A intervenção não foi só ensinar frases prontas de assertividade. Foi trabalhar pausa, monitoramento emocional e reparação: aprender a dizer “eu me excedi” e voltar para a conversa com dignidade. Isso também é habilidade social, talvez uma das mais raras.

🧭 O que um bom grupo treina na prática (meus 3 eixos)

No meu dia a dia, eu organizo o treino em três eixos. Eles se misturam o tempo todo, mas ajudam a dar mapa:

💬 1) Iniciação e manutenção

  • Começar conversas sem “script de robô”.
  • Fazer perguntas que abrem espaço (e não interrogatórios).
  • Demonstrar interesse sem se anular.
  • Encerrar com elegância (sem sumir).
Às vezes, a pessoa só precisa de um ajuste pequeno, mas que muda o corpo inteiro: aprender a pedir contexto, aprender a respirar antes de responder, aprender a sustentar dois segundos de silêncio sem se desesperar.

🛡️ 2) Assertividade

  • Pedir, recusar, negociar.
  • Dar e receber feedback.
  • Lidar com crítica sem colapsar ou atacar.
  • Discordar sem virar guerra.
Eu vejo muito o estilo “agradador”: gente que aprendeu cedo que amor vinha com condição: “se você desagradar, perde”. A consequência é muita ansiedade e pouco limite. Em terapia (e no grupo), o treino começa pequeno. Eu adoro quando a pessoa experimenta o impacto de um limite simples e honesto. E eu uso muito scripts curtos, porque o cérebro em ameaça não acessa textão:
  • “Eu consigo te entregar X até sexta. Antes disso, não.”
  • “Eu entendo seu ponto. O meu é este.”
  • “Eu preciso pensar e te respondo amanhã.”
Eu falo isso porque o que muda a vida de alguém, muitas vezes, é essa frase: “eu preciso de tempo”. Ela dá espaço para o cérebro sair do automático.

🌡️ 3) Regulação na interação

  • Tolerar desconforto sem fugir.
  • Reduzir impulsos (sem virar passivo).
  • Reparar rupturas.
  • Manter presença quando o corpo quer sumir.
Também vejo muito o inverso: pessoas que parecem “frias” ou “rígidas”, mas por dentro estão em alerta. Para elas, o treino envolve expressão emocional e validação: aprender a dizer “isso foi importante pra mim”, “eu fiquei magoado”, “eu senti medo”. Muitos nunca aprenderam que vulnerabilidade bem colocada é uma habilidade social avançada.

🧪 Como o grupo funciona por dentro (estrutura que eu considero essencial)

Eu costumo dizer: se a terapia individual é um laboratório controlado, o grupo é um ecossistema. E, para habilidades sociais, o grupo é quase imbatível, porque oferece três coisas difíceis de reproduzir no individual: espelho, pertencimento e ensaio ao vivo. Um desenho que costuma funcionar muito bem (adaptável para diferentes públicos) inclui:
  • Abertura: check-in rápido + objetivo do encontro.
  • Psicoeducação: 10–20 minutos com linguagem simples (o “porquê”).
  • Modelagem: o terapeuta demonstra (tom, postura, intenção).
  • Role-play: ensaio de conversa com ajustes finos (forma + intenção).
  • Feedback específico: “quando você fez X, o impacto foi Y”.
  • Tarefa de vida real: pequena, repetível, mensurável.
Eu gosto de tarefas muito concretas, porque elas tiram o treino do “entendi” e colocam no “eu fiz”:
  • “Essa semana, você vai recusar um pedido pequeno.”
  • “Você vai pedir ajuda em algo específico.”
  • “Você vai mandar uma mensagem curta em vez de um textão.”

🪞 O que acontece no grupo quando o treino vira vida acontecendo

Nos grupos, eu vejo um fenômeno repetido: pessoas chegam acreditando que são “as únicas” com aquele defeito. E, quando percebem que outras travam, se sabotam, se calam, explodem, se envergonham, algo desarma. A vergonha perde força. E aí o treino começa de verdade. Uma cena comum: alguém conta uma situação de humilhação no trabalho e diz “eu congelei”. O grupo, em vez de julgar, pergunta: “o que você gostaria de ter dito?” Eu facilito para transformar emoção em linguagem. A pessoa ensaia ali mesmo. Outro participante faz o papel do chefe. Ajustamos o tom, a postura, as palavras. E o mais importante: a pessoa sente no corpo que consegue atravessar o desconforto. Lembro de um participante (caso clínico) que dizia: “eu não sei falar sem parecer agressivo”. No grupo, ficou evidente que ele entrava em conversas já armado, esperando ser desrespeitado. O trabalho não foi “fale mais educado”; foi treinar intenção + forma: começar com um objetivo (“quero resolver”) e usar uma abertura que reduza ameaça (“posso te explicar como eu vi?”). Um dia ele chegou e disse: “eu discordei do meu irmão e ninguém brigou.” E eu vejo isso como um marco: é quando a pessoa descobre um caminho novo de vínculo e posicionamento. Outra participante, extremamente quieta, dizia que “não tinha nada a contribuir”. No grupo, ela foi convidada a fazer uma tarefa simples: dizer uma opinião por encontro, mesmo que curta. No início, tremia. Depois, virou alguém que ajudava os outros a nomear emoções. Muitas vezes, quem tem pouca fala tem, por trás, uma história de invalidação. Quando o grupo acolhe e respeita o tempo, a pessoa reaprende a existir em voz alta.

✅ O que costuma funcionar melhor (e o que costuma atrapalhar)

O que funciona melhor, na minha experiência, é:
  • Treino gradual, com metas pequenas e repetição.
  • Role-play com feedback específico (não genérico).
  • Regulação emocional junto: pausa, respiração, reestruturação, exposição graduada.
  • Reparação como habilidade central: pedir desculpas, retomar conversa, ajustar rumo.
O que não funciona bem:
  • “Dicas” soltas sem prática real.
  • Forçar extroversão em quem precisa de segurança e não de espetáculo.
  • Treinar frases “perfeitas” sem trabalhar medo e vergonha. A pessoa até decora, mas não acessa na hora.

🧷 Como escolher um grupo de habilidades sociais com segurança

  • Triagem antes de entrar: um bom grupo entende objetivo, histórico e nível de suporte necessário.
  • Composição do grupo: faixa etária e perfil importam (não é “misturar tudo”).
  • Estrutura clara: encontros com tema, treino e tarefa — não só conversa livre.
  • Generalização: o grupo incentiva prática fora (casa, escola, trabalho).
  • Acolhimento + limite: espaço seguro, mas com condução firme.
Se você está procurando para uma criança, eu considero um diferencial enorme quando existe orientação aos pais (mesmo que breve). Porque habilidades sociais não vivem só na sala: elas precisam de repetição no mundo.

🎯 O que muda quando melhora (e por que isso não é “só social”)

Quando habilidades sociais melhoram, não é só a vida social que muda. Mudam decisões, trabalho, família, autoestima. A pessoa começa a sentir: “eu tenho direito de existir na relação”. E essa é a base. Porque, no fundo, habilidades sociais são isso: a arte de se colocar no mundo sem se abandonar e sem esmagar o outro.

📌 Perguntas frequentes que eu escuto (e como eu respondo)

“Timidez significa que eu (ou meu filho) tem problema?” Não necessariamente. Eu olho para impacto: está atrapalhando escola, trabalho, amizades, autonomia? Se sim, vale intervir e intervir não é “mudar personalidade”, é aumentar repertório e segurança. “Dá para aprender habilidades sociais?” Sim. Eu vejo isso toda semana. Com treino gradual, prática guiada, feedback e tarefas reais, o repertório cresce e o corpo aprende que dá para atravessar o desconforto. “E se eu travar no grupo?” Travar é parte do treino. O ponto não é “nunca travar”; é aprender a voltar, pedir tempo, nomear, reparar. Às vezes o maior avanço é conseguir dizer: “eu preciso de tempo”. “Grupo serve para TEA/TDAH?” Pode servir muito, desde que o grupo seja bem adaptado, com estrutura, previsibilidade, treino explícito e metas realistas e, muitas vezes, com suporte aos cuidadores.

📚 Referências e leituras recomendadas (bases científicas e manuais)