Sintomas da Ansiedade
Sintomas da ansiedade podem surgir no corpo (coração acelerado, falta de ar, tensão) e na mente (preocupação, medo, irritabilidade). Nesta página pilar, explico sintomas de ansiedade, sinais de crise de ansiedade e quando procurar ajuda profissional.
- 📅 Publicado: 18, janeiro, 2026
- ✏️ Última atualização: 21, janeiro, 2026
Sumário de "Sintomas da Ansiedade"
Thais Barbi
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Sintomas da Ansiedade
Se você chegou aqui procurando sintomas da ansiedade, eu quero começar com um cuidado: reconhecer sinais não é “dar nome para drama”. Muitas vezes é o primeiro passo para parar de se assustar com o próprio corpo e construir um caminho de tratamento.
Eu sou a Thais Barbi, psicóloga, e uma parte grande do que eu aprendi sobre ansiedade veio do lugar onde ela aparece “sem pedir licença”: o cotidiano. Trabalhei cinco anos no SUS e, nesse período, eu vi a ansiedade atravessar todas as idades, profissões,
e histórias de vida. Ela aparecia na senhora que chegava com dor no peito, fazia exames, saía aliviada e, semanas depois, voltava com a mesma sensação. Aparecia no adolescente que “travava” para entrar na escola e dizia que o corpo parecia de outra pessoa, como se não respondesse. Aparecia no pai que não conseguia dormir porque a cabeça não desligava, e na mulher que descrevia um aperto na garganta sempre que recebia uma mensagem do chefe. Eu aprendi, ali, que ansiedade não escolhe “perfil”: ela se adapta ao contexto e se manifesta do jeito que consegue.
Ao longo desta página, eu vou detalhar sinais físicos, psicológicos e comportamentais, explicar o que costuma acontecer em uma crise de ansiedade (e o que fazer na hora) e mostrar quando vale procurar ajuda profissional.
Importante: este conteúdo é informativo e não substitui avaliação. Se houver dor forte no peito, falta de ar intensa, desmaio, sintomas neurológicos súbitos ou risco de autoagressão, procure atendimento de urgência.
Como reconhecer sintomas de ansiedade no dia a dia
Em termos simples, sintomas de ansiedade são sinais do corpo e da mente quando o seu sistema de alerta entende que existe ameaça. O problema é que, em muitas pessoas, esse alarme dispara com facilidade e se mantém ligado por tempo demais.
No SUS, uma coisa ficou muito clara para mim: ansiedade não é frescura e nem falta de força de vontade. É uma resposta do corpo e da mente a uma percepção de ameaça. Às vezes a ameaça é real. Às vezes é uma previsão catastrófica.
Às vezes é um perigo antigo que o corpo aprendeu a reconhecer cedo demais e continua acionando no presente. Eu costumava ouvir frases como “eu sei que não faz sentido, mas meu corpo não obedece”. E essa frase, por si só, já é um mapa: a pessoa está tentando se convencer racionalmente, enquanto o sistema de alarme do corpo já disparou. Quando eu explicava que o objetivo não era “mandar no corpo”, e sim entender o ciclo e treinar o alarme, eu via muita gente respirar aliviada pela primeira vez.
Por isso, eu gosto de pensar em três camadas de sinais: físicos (o corpo acelera), mentais/emocionais (a cabeça antecipa perigo) e comportamentais (você começa a evitar e se proteger). A seguir, eu separo por partes, porque isso ajuda a reconhecer o seu padrão.
Sintomas físicos da ansiedade: quando o corpo fala primeiro
Muita gente procura ajuda dizendo: “eu sinto no corpo”. E faz sentido: o corpo costuma ser o primeiro a avisar. Os sinais abaixo podem aparecer juntos ou alternados, e variam de pessoa para pessoa.
Em consultório, eu vejo muito a ansiedade se confundir com “sintomas do corpo”: coração acelerado, falta de ar, tremor, enjoo, diarreia, dor de estômago, tensão muscular. Teve um paciente, o “R.” (nome fictício), que passou por cardiologista, pronto atendimento e uma bateria de exames. Ele chegava dizendo: “Doutora, eu sinto que vou morrer”. Quando a gente começou a mapear os episódios, apareceu um padrão: quase sempre aconteciam antes de uma reunião importante. O corpo do R. associou exposição e avaliação com perigo. O que funcionou foi construir um plano de enfrentamento gradual: treino de respiração, reestruturação de pensamentos, ensaio de fala e, principalmente, exposição em passos pequenos. O que não funcionou foi tentar “vencer” a ansiedade na marra, como se ela fosse inimiga.
- Coração acelerado e palpitações: sensação de batimento forte, rápido ou irregular.
- Falta de ar e aperto no peito: respiração curta, suspiros, sensação de “não encher o pulmão”.
- Tremores, formigamento e tensão muscular: especialmente em mãos, pernas, mandíbula e ombros.
- Náusea, dor de estômago, diarreia ou intestino preso: o eixo intestino-cérebro é muito sensível ao estresse.
- Suor, ondas de calor e calafrios: o corpo se prepara para “luta ou fuga”.
- Tontura e sensação de desmaio: frequentemente ligada a hiperventilação e tensão.
- Alterações de sono: insônia, sono leve, despertar precoce, cansaço ao acordar.
Ansiedade e coração: por que parece infarto?
Coração acelerado, dor no peito e falta de ar podem assustar muito. Se é a primeira vez, se a dor é intensa, se irradia para braço/mandíbula, se há desmaio ou fatores de risco cardíaco, procure avaliação médica. Depois de causas clínicas afastadas, é comum que a pessoa descubra que está vivendo episódios de ansiedade ou pânico.
Ansiedade e falta de ar: o papel da hiperventilação
Quando a ansiedade sobe, muita gente passa a respirar mais rápido e superficial. Isso pode dar tontura, formigamento e sensação de sufoco. Técnicas de respiração lenta e diafragmática ajudam, mas o objetivo não é “forçar controle”, e sim sinalizar segurança ao corpo.
Sintomas psicológicos e emocionais: o que acontece na mente
Se o corpo dispara, a mente costuma acompanhar. E aqui entram os sintomas que, muitas vezes, são invisíveis para os outros, mas exaustivos para quem sente.
Também vi o outro lado: pessoas que engoliam a ansiedade por anos e só percebiam quando o corpo cobrava a conta. A “M.” (nome fictício) dizia que era “normal” viver com ombros duros e mandíbula travada. Ela fazia de tudo para dar conta: trabalho, casa, filhos, e ainda se culpava por estar irritada. Quando começamos a olhar para a rotina, ficou claro que ela vivia em modo de exigência permanente, como se descansar fosse proibido. Em sessão, ela chorou ao perceber que a irritabilidade era um sintoma — e um pedido de cuidado — e não um traço de caráter. Para ela, o que ajudou foi aprender limites concretos, reduzir perfeccionismo e parar de se comparar com um ideal impossível. O que piorava era “empurrar” o cansaço com mais café, mais cobrança e menos sono.
- Preocupação excessiva: a mente roda cenários, tenta prever tudo e não consegue “desligar”.
- Medo de perder o controle: sensação de que algo terrível vai acontecer.
- Irritabilidade e impaciência: o sistema de alerta deixa a pessoa mais reativa.
- Dificuldade de concentração: atenção capturada por pensamentos de ameaça.
- Ruminação: replay mental do que foi dito/feito, com autocobrança.
- Desrealização/despersonalização: sensação de estranhamento do ambiente ou de si, geralmente em picos de ansiedade.
Sintomas comportamentais: o que você começa a fazer para se proteger
Além do que você sente, importa observar o que você faz quando a ansiedade aparece. Esses comportamentos parecem ajudar no curto prazo, mas frequentemente mantêm o ciclo.
- Evitação: deixar de ir a lugares, falar com pessoas, dirigir, viajar, pegar elevador, entrar em reuniões.
- Fuga: sair da situação assim que o desconforto aparece.
- Comportamentos de segurança: sentar perto da porta, carregar remédio “por via das dúvidas”, checar o corpo, pedir garantias.
- Busca de reafirmação: perguntar várias vezes se “está tudo bem”, fazer testes e pesquisas incessantes.
Crise de ansiedade: sintomas e o que fazer na hora
A crise de ansiedade (ou ataque de pânico, quando é muito intenso e súbito) costuma vir com pico de sintomas físicos e medo de morrer, enlouquecer ou perder o controle. Ela é assustadora, mas passa. O objetivo é atravessar sem alimentar o alarme.
Um roteiro simples que eu ensino com frequência:
- Nomeie: “isso é ansiedade, meu corpo está em alarme”.
- Enraíze: pés no chão, descreva 5 coisas que vê, 4 que toca, 3 que ouve.
- Respire lento: solte o ar mais longo do que puxa (sem forçar demais).
- Afrouxe o corpo: solte mandíbula, ombros, mãos. Micro-relaxamentos ajudam.
- Fique onde está, se possível: reduzir fuga reduz o ciclo de medo do medo.
Quando investigar outras causas: sinais de alerta
Nem todo sintoma é ansiedade. E, ao mesmo tempo, ansiedade pode coexistir com condições clínicas. Procure avaliação médica com prioridade se houver:
- Dor no peito intensa (principalmente com irradiação, desmaio ou falta de ar importante).
- Sintomas neurológicos súbitos (fraqueza em um lado, fala enrolada, perda de visão, confusão aguda).
- Perda de peso importante, febre persistente, anemia, alterações hormonais suspeitas.
- Uso/abstinência de substâncias ou mudanças recentes de medicação.
Sintomas de ansiedade em crianças e adolescentes
Em crianças, ansiedade pode aparecer como dor de barriga, dor de cabeça, choro, irritabilidade, recusa escolar, medo de separação, dificuldade de dormir. Em adolescentes, é comum ver insônia, queda de desempenho, isolamento, crises em situações sociais e cobrança intensa.
Nem sempre a criança diz “estou ansiosa”. Muitas vezes ela mostra. Por isso, olhar para rotina, sono, ambiente escolar, telas e acontecimentos recentes faz diferença.
Sintomas da ansiedade à noite e ao acordar
Muita gente me procura dizendo que a ansiedade “piora quando deita”. Isso é comum: o silêncio e a ausência de tarefas deixam mais espaço para pensamentos. Aí aparecem taquicardia, aperto no peito, agitação nas pernas, ruminação e insônia.
- Ansiedade noturna: dificuldade para pegar no sono, sensação de alerta, medo sem motivo claro.
- Acordar ansioso: despertar com coração acelerado, estômago embrulhado e pensamentos acelerados.
- Pesadelos e sono leve: sono fragmentado aumenta irritabilidade e sensibilidade a estressores.
Ansiedade e depressão: como diferenciar sintomas parecidos
Ansiedade e depressão podem andar juntas, mas têm marcas diferentes. A ansiedade tende a ser orientada para o futuro (medo, antecipação, alerta). A depressão tende a puxar para o passado e para o presente sem cor (desânimo, perda de prazer, desesperança).
- Mais ansiedade: inquietação, tensão, preocupação, sensação de ameaça, necessidade de controle.
- Mais depressão: apatia, perda de interesse, lentificação, culpa intensa, vazio.
- As duas juntas: irritabilidade, fadiga, alteração de sono e concentração podem confundir.
Ansiedade no trabalho e nos estudos: sinais que costumam passar batido
Em adultos, um dos lugares onde a ansiedade mais se disfarça é a produtividade. A pessoa parece “funcionar”, mas vive em modo de urgência: responde tudo na hora, revisa mil vezes, evita delegar, sente culpa ao descansar.
- Procrastinação ansiosa: adiar por medo de errar, depois correr no último minuto.
- Perfeccionismo: gastar energia excessiva para “não ser avaliado negativamente”.
- Somatização: dor de cabeça, tensão cervical, gastrite nervosa, bruxismo.
- Queda de desempenho: atenção fragmentada, mente acelerada, esquecimento por desatenção.
Ansiedade na gravidez, no pós-parto e na menopausa
Mudanças hormonais, sono fragmentado, preocupações com bebê e rede de apoio podem intensificar sintomas. É comum surgirem pensamentos intrusivos (“e se acontecer algo?”), hipervigilância e culpa. Isso não define maternidade, e não é vergonha pedir ajuda.
Se você está grávida ou no pós-parto e percebe ansiedade intensa, insônia persistente, crises ou medo de ficar sozinha com o bebê, procure um profissional com experiência em perinatalidade. Intervenções precoces protegem a mãe e o vínculo.
Avaliação neuropsicológica e ansiedade: quando faz sentido
Uma parte importante do meu trabalho envolve avaliação neuropsicológica, e ela pode ser muito útil quando a ansiedade bagunça atenção, memória e desempenho. Eu já avaliei adultos que juravam estar “perdendo a memória” e, nos testes, aparecia um padrão muito comum: a memória estava preservada, mas a atenção estava sequestrada pela preocupação. A pessoa lia um parágrafo e, no fim, não sabia dizer o que leu, não por falta de capacidade, mas porque a mente estava fazendo previsões o tempo todo. Em crianças e adolescentes, às vezes a ansiedade imita TDAH: inquietação, dificuldade de foco, irritabilidade. A avaliação ajuda a separar o que é primariamente ansiedade, o que é dificuldade atencional e o que é efeito de sono ruim, estresse e ambiente.
A avaliação neuropsicológica pode ajudar, por exemplo, a diferenciar: dificuldade de atenção por ansiedade x TDAH; lentificação por depressão x fadiga por insônia; esquecimento por desatenção x alterações cognitivas. Ela não é um “teste para provar” ansiedade, e sim uma forma de entender funcionamento e planejar intervenções.
Psicoterapia para ansiedade: o que costuma funcionar
Na psicoterapia individual, eu gosto de trabalhar com uma combinação de psicoeducação (entender o que está acontecendo) e treino de habilidades (o que fazer com isso). A pessoa aprende a identificar gatilhos, pensamentos automáticos, sensações corporais e comportamentos de segurança — como evitar lugares, buscar confirmação o tempo todo, checar o corpo, pedir garantias. Eu lembro de uma paciente que vivia pedindo para o companheiro medir a pressão dela, porque “vai que é algo sério”. No curto prazo, isso acalmava; no longo prazo, virava prisão. Quando ela aprendeu a tolerar a dúvida e a ficar com a sensação sem checar, o medo perdeu força. O que mais atrapalhava era a vergonha por sentir ansiedade: vergonha e autocobrança viravam combustível.
- Terapia cognitivo-comportamental (TCC): identificação de pensamentos automáticos, exposição gradual, treino de habilidades.
- ACT (Terapia de Aceitação e Compromisso): aprender a se relacionar diferente com pensamentos e sensações, com foco em valores e ação.
- Mindfulness (atenção plena): treinar presença e regulação, sem briga com a experiência interna.
- Psicoeducação: entender o ciclo da ansiedade reduz medo e culpa.
- Plano de vida realista: sono, rotina, limites, autocuidado e rede de apoio.
Psicoterapia em grupo: por que ajuda tanto
Na terapia em grupo, eu vi algo muito bonito acontecer: o alívio de perceber “eu não sou a única pessoa que sente isso”. Em grupos de ansiedade, a gente treina técnicas de respiração, relaxamento, mindfulness e exposição de forma cuidadosa. Mas, sobretudo, a gente treina linguagem e pertencimento. Quando alguém consegue trocar “eu sou ansiosa” por “eu estou com ansiedade agora”, abre-se uma fresta de liberdade. Eu vi participantes que chegavam com vergonha de tremer a mão e, com o tempo, passaram a compartilhar o que sentiam sem se diminuir. A melhora não é linha reta: recaídas existem, e isso não apaga o caminho.
Em grupo, a pessoa aprende a normalizar sintomas sem banalizar o sofrimento. E aprende, com exemplos vivos, que enfrentar com apoio é possível.
Como ajudar alguém em uma crise de ansiedade
- Fale com calma: “eu estou aqui com você”. Evite frases como “para com isso”.
- Oriente para o corpo: “vamos sentir os pés no chão”, “olhe ao redor e descreva o que vê”.
- Respiração sem briga: convide a soltar o ar lentamente, sem forçar.
- Não alimente catástrofes: acolha o medo, mas não confirme que “vai dar ruim”.
- Depois, planeje: se crises são frequentes, incentive psicoterapia e avaliação.
Estratégias práticas para o dia a dia
- Reduzir estimulantes: café, energéticos e nicotina podem piorar palpitação e agitação.
- Movimento: atividade física regular ajuda a descarregar tensão e regular sono.
- Sono como prioridade: horário consistente, luz baixa à noite, telas com limite.
- Alimentação previsível: longos jejuns podem intensificar sintomas como tremor e taquicardia.
- Exposição gradual: pequenos passos, repetidos, ensinam segurança ao cérebro.
- Registrar padrões: gatilho → pensamento → corpo → ação. Isso vira plano terapêutico.
Quando procurar ajuda profissional
- Se os sintomas da ansiedade são frequentes e limitam sua vida.
- Se você evita situações importantes por medo do corpo.
- Se há crises recorrentes, insônia persistente ou sofrimento intenso.
- Se aparecem pensamentos de autoagressão ou sensação de desesperança.
Mitos e verdades sobre ansiedade
- Mito: “ansiedade é falta de controle”. Verdade: é um sistema de alarme treinável.
- Mito: “se eu ignorar, passa”. Verdade: evitar pode aliviar agora e piorar depois.
- Mito: “quem tem ansiedade é fraco”. Verdade: ansiedade é comum e tratável.
Checklist rápido: o seu padrão se parece com ansiedade?
Use como orientação, não como diagnóstico. Responda mentalmente: nos últimos tempos, eu tenho vivido com preocupação excessiva? Meu corpo acelera sem motivo claro? Eu evito situações com medo de ter sintomas? Minha atenção está sempre no futuro? Se a resposta é “sim” com frequência, vale procurar uma avaliação com psicólogo(a).
Fechamento: ansiedade tem tratamento
Se eu pudesse resumir o que mais se repete na prática, eu diria assim: ansiedade cresce com evitação, e diminui com presença e ação possível. Presença para notar o corpo sem entrar em pânico com ele. Ação possível para fazer, em passos pequenos, o que é importante mesmo com medo. E, quando necessário, construir uma rede de cuidado com psicoterapia e, em alguns casos, avaliação psiquiátrica para medicação. Não é sobre eliminar toda ansiedade; é sobre aprender a viver com ela em um volume que não roube sua vida.
Se você se reconheceu aqui, a mensagem central é: existe caminho. E ele costuma começar com duas coisas simples e difíceis ao mesmo tempo: gentileza com você e ação consistente, com apoio.
Referências e leituras confiáveis
- American Psychiatric Association: o que são transtornos de ansiedade
- APA (American Psychological Association): ansiedade — definição e características
- NIMH (Instituto Nacional de Saúde Mental): sintomas e impacto dos transtornos de ansiedade
- NICE (Instituto Nacional para Excelência em Saúde e Cuidados) CG113: diretrizes para TAG e transtorno do pânico em adultos
- Mayo Clinic: sintomas e causas dos transtornos de ansiedade
- OMS/WHO (Organização Mundial da Saúde): ICD-11 (Classificação Internacional de Doenças)
- Rebello et al. (2019): ansiedade e transtornos relacionados ao medo na ICD-11 (PubMed)
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