Depressão e ansiedade

Você não está sozinho(a). Depressão e ansiedade podem aparecer juntas, com sinais emocionais e também sintomas físicos. Aqui eu explico diferenças, rastreios como DASS-21, o que significa CID, e os caminhos de tratamento da ansiedade e depressão com acolhimento, prática e psicoterapia (inclusive em Grupo de Terapia).

Sumário de "Depressão e ansiedade"

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Thais Barbi

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😮‍💨 Introdução sobre: Depressão e ansiedade

Eu, Thais Barbi, passei 5 anos trabalhando no SUS, e tem uma cena que se repete até hoje: a pessoa chega dizendo “acho que meu coração tá falhando”, pressão alta, peito apertado, falta de ar, e um medo que não cabe no corpo. Às vezes era urgência clínica, mas muitas vezes, depois dos exames, vinha a pergunta: “então eu tô inventando?”. Não. Ansiedade e depressão conseguem morar no corpo e bagunçar tudo, por dentro e por fora.

Essa página é pra você que pesquisou depressão e ansiedade porque quer entender sintomas, diferença, testes, e principalmente o que dá pra fazer de um jeito humano, possível. Eu vou te explicar com clareza, sem prometer milagre. E já te digo: o entender muda o sentir. Quando a gente nomeia o que acontece, o medo diminui um pouco e o caminho aparece, mesmo que devagar.

Aviso rápido e cuidadoso: nada aqui substitui avaliação com profissional. Se você estiver em risco, com pensamentos de se machucar ou sem conseguir se cuidar, procure ajuda imediata (emergência/UPA/SAMU) e apoio 24h (CVV 188). Não precisa enfrentar isso sozinho(a), sério.

😵‍💫 Quando aparecem sintomas de depressão e ansiedade no dia a dia

Os sinais podem ser misturados, e é aí que muita gente se confunde. Um jeito simples: a depressão costuma puxar para queda de energia e prazer; a ansiedade puxa para alerta alto e tensão. Só que as duas podem andar juntas. Se isso estiver durando mais de 2 semanas e atrapalhando trabalho, estudo, sono e relações, vale investigar com carinho.

  • Emoções: tristeza, irritabilidade, culpa, medo, angústia, vazio, choro (ou ausência total de choro).
  • Pensamentos: ruminação, catastrofização, autocrítica, “nada vai dar certo”, preocupação sem freio.
  • Comportamentos: isolamento, procrastinação, perder rotina, evitar gente, ou ficar hiperocupado(a) pra não sentir.

No ambulatório, eu via também o outro lado: gente que não tinha forças nem pra pedir ajuda. A depressão não chega sempre com choro, às vezes ela chega com “tanto faz”, com o banho virando uma montanha. E aí a ansiedade aparece como tentativa de controle: mente acelerada, mil cenários, enquanto o corpo tá pesado. Em grupo terapêutico, quando uma pessoa colocava isso em palavras, outras respiravam aliviadas, tipo “caramba, eu achei que era só comigo”.

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🫀 Entendendo ansiedade e depressão sintomas fisicos (o corpo fala)

Se eu pudesse bater um carimbo com carinho em um monte de histórias, seria: você não tá exagerando. Sintoma físico não é “frescura”, é sinal. E nem todo sintoma físico é ansiedade… mas ansiedade e depressão podem sim virar corpo. Dá uma olhada nos padrões mais comuns:

  • ansiedade e depressão sintomas no coração: taquicardia, palpitação, aperto no peito, sensação de “vai dar ruim”.
  • ansiedade e depressão sintomas no estômago: enjoo, refluxo, gastrite, diarreia ou prisão de ventre, fome emocional.
  • ansiedade e depressão sintomas na cabeça: pressão, tontura, “mente em neblina”, dor de cabeça, sensibilidade a barulho.
  • ansiedade e depressão sintomas na respiração: falta de ar, suspiro repetido, sensação de garganta fechando.
  • ansiedade e depressão sintomas na pele: coceira, dermatite piorando, suor, sensação de pele “pegando fogo”.
  • ansiedade e depressão sintomas no sono: insônia, acordar cansado(a), pesadelo, sono picado, despertar com ansiedade.

Uma coisa importante: somatização não é mentira. É o corpo expressando um sistema nervoso em alerta, e às vezes um luto, uma sobrecarga, um trauma, uma solidão. Por isso, eu gosto de trabalhar em dupla via: checar saúde física quando indicado, e ao mesmo tempo cuidar do emocional de forma estruturada.

🧠 O corpo acelera, a mente assusta: crise, pânico e pressão alta

Muita gente chega com medo de infarto, e faz sentido ter medo. Em crise, o corpo pode tremer, suar, disparar o coração, dar formigamento, dar diarreia, dar sensação de “vou morrer”. Em alguns casos, existe também ansiedade e depressão e pressão alta (ou pressão subindo nas crises). Mesmo quando a causa é emocional, a sensação é real. Se for a primeira vez, se tiver dor intensa, desmaio, sintomas neurológicos, procure avaliação médica.

🔎 qual a diferença entre depressão e ansiedade na prática (e por que confunde tanto)

Essa pergunta aparece muito: diferença entre ansiedade e depressão, depressao x ansiedade, ou “ansiedade e depressão são a mesma coisa?”. Não são a mesma coisa, mas podem se misturar.

  • Ansiedade: excesso de futuro. O corpo fica em alerta, a mente procura perigo, e a preocupação vira vício.
  • Depressão: queda de energia e sentido. A pessoa perde prazer, esperança, e começa a funcionar no modo “sobrevivência”.

Na avaliação neuropsicológica, é comum alguém me procurar por memória ruim, dificuldade de concentração, sensação de “cabeça vazia”. Muita gente vem com medo de algo neurológico sério, e eu levo esse medo a sério. Só que, ao longo da conversa, aparece um padrão: sono picotado, ruminação, autocobrança, cansaço que não passa, e um humor em queda. Quando a gente organiza as peças, fica claro: ansiedade e depressão mexem com atenção, velocidade de processamento, motivação. E aí eu repito: o entender muda o sentir.

E quando você pergunta “qual é pior ansiedade ou depressão?”… eu costumo responder assim: pior é ficar sozinho(a) com isso. Porque o sofrimento muda de roupa, mas ele aperta do mesmo jeito. A boa notícia é que dá pra tratar.

🧾 O que significa cid ansiedade e depressão (e quando aparece na CID-10)

Quando aparece a busca por cid ansiedade e depressão ou cid 10 depressão e ansiedade, geralmente tem um contexto: atestado, INSS, afastamento, perícia, ou só a necessidade de “dar nome”. Na prática clínica, quem define CID é médico (em geral psiquiatra ou clínico), e ele escolhe conforme critérios e quadro predominante.

Existe um código bem procurado, o F41.2, usado para “transtorno misto ansioso e depressivo” (quando sintomas ansiosos e depressivos aparecem juntos sem um dominar claramente). Isso não é rótulo pra te prender, é uma linguagem de sistema. Eu gosto de traduzir assim: CID ajuda burocracia, mas não explica sua história. A sua história é o que guia o cuidado.

🧪 teste de depressão ansiedade e estresse: como usar sem se rotular

Eu entendo a vontade de fazer um teste de depressão ansiedade e estresse, um teste de ansiedade estresse depressão quiz… dá uma sensação de controle. Só que teste online é rastreio, não diagnóstico. Ele pode te dar um sinal de alerta e te ajudar a procurar ajuda.

Se você quiser um “mini check-in” responsável, sem pontuação:

  • Isso dura mais de 2 semanas?
  • Você perdeu prazer ou energia de forma importante?
  • O medo/preocupação está tomando seu dia?
  • Seu sono e apetite mudaram muito?
  • Seu corpo vive em alerta (taquicardia, falta de ar, tensão)?
  • Você está se isolando ou evitando coisas que antes fazia?
  • Você tem pensamentos de morte, autolesão ou “sumir”?

Se marcou “sim” em vários itens, especialmente o último, não é pra se assustar sozinho(a). É pra procurar psicólogo para ansiedade e depressão e, se necessário, ansiedade e depressão psiquiatra. Em grupo terapêutico, inclusive, muita gente chega depois desse tipo de check-in, e encontra acolhimento + prática, sem julgamento.

💊 Sobre remédio para ansiedade e depressão (sem promessas mágicas)

Quando a pessoa busca remédio para ansiedade e depressão ou “ansiedade e depressão tem remédio”, geralmente ela quer parar de sofrer hoje. Eu respeito isso. Só que remédio é parte de um plano, não o plano inteiro.

Eu não vou listar nomes de remédios para ansiedade e depressão tarja preta. Por quê? Porque isso é decisão médica, com dose, histórico, risco, interação e acompanhamento. O que eu posso te explicar é o raciocínio: em alguns casos, antidepressivos e ansiolíticos são indicados, especialmente quando há prejuízo importante, crises frequentes, ou risco aumentado. Em outros, psicoterapia e mudança de rotina já trazem melhora grande, e medicação pode nem ser necessária.

Sobre medicação, eu sempre falo com cuidado: remédio pode ser um recurso importante, mas ele não ensina o cérebro a lidar com gatilhos. No SUS e no consultório, eu vi gente usar ansiolítico como se fosse boia de salva-vidas permanente, e aí a vida vai ficando estreita. Também vi pessoas que precisavam de antidepressivo e se negavam por medo, ficando meses sofrendo sem necessidade. Quando psicólogo e psiquiatra trabalham juntos, a chance de estabilidade aumenta. E eu insisto: o objetivo não é “ficar dopado”, é voltar a viver com presença.

⚠️ Quando o remédio vira “muleta” e quando ele vira “ponte”

Muleta: quando a pessoa usa para evitar todo desconforto, não faz psicoterapia, não muda rotina, e vai encolhendo a vida. Ponte: quando usa com acompanhamento, enquanto aprende habilidades, reorganiza sono, reduz álcool/cafeína, melhora rede de apoio. Ponte tem destino: autonomia.

🧠 tratamento da ansiedade e depressão: o que realmente sustenta melhora

Eu gosto de falar em pilares, porque dá chão:

  • Psicoterapia (individual e/ou em grupo): aprender a pensar, sentir e agir de um jeito mais saudável.
  • Rotina mínima: sono, alimentação, movimento, exposição gradual ao que você evita.
  • Rede de apoio: gente que te puxa pro mundo, sem te atropelar.
  • Quando indicado, psiquiatria: medicação como ferramenta, não como silêncio emocional.

👥 terapia para ansiedade e depressão em grupo: por que funciona (e não é bagunça)

Grupo é bom porque tira o sofrimento do esconderijo. E não, não é “cada um fala e pronto”. Em grupo bem conduzido, tem contrato, sigilo, método, tarefa, treino. Eu, Thais Barbi, já vi gente que não conseguia nem sair de casa começar a testar pequenas exposições com apoio do grupo, e isso muda o jogo. A vergonha diminui, a coragem vira prática.

📘 tcc para ansiedade e depressão: ferramentas que viram rotina

TCC ajuda a identificar pensamentos automáticos (“vou falhar”, “não dou conta”), testar hipóteses, mudar comportamento, e diminuir ruminação. Funciona muito bem em ansiedade, e ajuda bastante na depressão quando combinada com ativação comportamental (voltar a fazer, mesmo sem vontade… bem aos poucos).

🧰 ansiedade e depressão o que fazer numa semana difícil (plano de 7 dias)

Sem romantizar: tem semana que é sobrevivência. Então o plano é pequeno:

  1. Dia 1: reduzir estímulo (cafeína/álcool), banho morno, comida simples, e 10 minutos de ar na janela.
  2. Dia 2: escolher 1 tarefa mínima (lavar louça de 5 itens, arrumar cama, caminhar 8 minutos).
  3. Dia 3: respiração para ansiedade e depressão (4-6 por 3 minutos) + anotar 3 pensamentos repetidos.
  4. Dia 4: mandar mensagem pra alguém: “não tô bem, só queria companhia”.
  5. Dia 5: exposição leve ao que você evita (sair no quarteirão, falar com alguém, ir ao mercado).
  6. Dia 6: exercícios para ansiedade e depressão (caminhada leve, alongamento, yoga) sem meta de performance.
  7. Dia 7: decidir o próximo passo de cuidado: psicoterapia, grupo, psiquiatria, ou os três.

Teve também o Rafael, 19 anos, vestibular batendo na porta. Ele chegou dizendo que estava “com preguiça da vida”, mas quando a gente aprofundou, tinha ansiedade gigante por trás: medo de decepcionar, medo de falhar, medo de passar mal em público. Ele tinha crises com tremor, suor, diarreia antes de prova. A virada não foi mágica, foi treino: aprender a nomear pensamentos, fazer exposição gradual, ajustar sono e reduzir cafeína. Em grupo, ele percebeu que perfeccionismo é um jeito de sofrer em silêncio, e que dá pra construir coragem em etapas.

🌿 Vitaminas e suplementos: melhor suplemento para ansiedade e depressão existe?

Essa busca é comum: vitamina para depressão e ansiedade, vitaminas para depressao e ansiedade, vitamina d para depressão e ansiedade, omega 3 depressao e ansiedade, magnésio para depressão e ansiedade, b12 para depressão e ansiedade, zinco para depressão e ansiedade. Vou ser bem honesta: suplemento pode ajudar quando há deficiência ou indicação, mas raramente resolve sozinho.

  • Se você suspeita de deficiência, o caminho é: avaliar com médico/nutricionista e fazer exames quando indicado.
  • “Natural” também interage com remédio, e também tem dose.
  • O que mais muda ansiedade/depressão costuma ser sono, rotina, psicoterapia e rede, e não cápsula milagrosa.

Se você quiser usar isso como satélite depois, dá pra aprofundar com evidência e limites (sem prometer cura).

👩‍⚕️ Quem procurar: psicólogo, psiquiatra… e neurologista trata depressão e ansiedade?

Na prática:

  • psicólogo para ansiedade e depressão: trabalha pensamento, emoção, comportamento, história, padrões e habilidades. Ótimo ponto de partida.
  • psiquiatra para ansiedade e depressão: avalia necessidade de medicação, comorbidades, risco, e acompanha resposta.
  • neurologista trata depressão e ansiedade: pode ajudar quando há dúvidas neurológicas (ex.: epilepsia, demência, efeitos de medicamentos), mas para transtornos ansiosos/depressivos o núcleo do cuidado geralmente é psicoterapia + psiquiatria quando indicado.

Uma das histórias que mais me marca é de uma mãe no pós-parto, vou chamar de Carla. Ela me dizia baixinho: “eu amo meu bebê, mas eu não tô sentindo nada”. Junto vinha culpa, insônia, pensamentos intrusivos, e um pânico de ser julgada. Quando a gente acolhe sem moralismo, a vergonha cai e a adesão ao cuidado melhora. Nesse caso, psicoterapia e rede de apoio foram essenciais, e o psiquiatra entrou quando os sintomas estavam intensos. O que ajudou foi tratar o quadro como saúde, não como caráter.

🆘 ansiedade e depressão pode matar? Quando vira urgência

Eu vou falar direto, com respeito: pode haver risco quando há ideação suicida, autolesão, abuso de álcool/drogas, ou quando a pessoa não consegue mais se alimentar, dormir, trabalhar, cuidar de si. Se você está assim, não fique sozinho(a). Procure emergência (UPA), SAMU 192, e apoio emocional 24h (CVV 188).

Lembro de uma paciente, vou chamar de Dona Vera, que passou meses indo a cardiologista e gastro por causa de aperto no peito e estômago embrulhado. Ela dizia “não tem remédio que dê jeito”, e já estava desacreditada. No nosso processo, a gente percebeu que o corpo dela disparava sempre que ela ficava sozinha em casa, principalmente à noite. O que funcionou foi construir rotina pequena (bem pequena mesmo), combinada com psicoterapia e um grupo de apoio onde ela podia falar sem vergonha. O que não funcionou? Tentar resolver só com força de vontade, e se punir por “não conseguir”.

💬 depressão e ansiedade frases que eu uso com meus pacientes (sem romantizar)

Às vezes, uma frase não cura nada… mas ela segura a pessoa por 10 segundos, e isso já é muita coisa. Algumas que eu uso:

  • “Você não precisa dar conta de tudo hoje.”
  • “O que você sente faz sentido no seu contexto.”
  • “Coragem não é ausência de medo, é passo pequeno com medo mesmo.”
  • “O entender muda o sentir.”

Se você quiser, dá pra usar isso como satélite depois (frases de apoio, mensagem, texto breve), mas aqui eu prefiro que a frase te empurre pro cuidado real: psicoterapia, grupo, rede.

👥 Próximo passo: acolhimento + prática no Grupo de Terapia

Hoje, quando eu conduzo grupos, eu vejo acontecer algo bonito: a pessoa chega achando que precisa consertar tudo sozinha, e descobre que dá pra aprender em conjunto, com segurança, escuta e prática. Grupo não é “terapia de novela”, tá? É método, contrato, sigilo e exercício. Eu, Thais Barbi, já vi muita gente sair do lugar do desespero para o lugar do cuidado possível. Não é slogan. É processo. E processo, quando tem companhia, fica menos pesado.

Se você quer um caminho com estrutura, o Grupo de Terapia é um jeito potente de sair do isolamento, treinar habilidades emocionais e reconstruir rotina com apoio. Não precisa estar “no fundo do poço” pra entrar. Precisa só estar disposto(a) a dar o primeiro passo, do seu jeito.

📚 Referências e leituras confiáveis

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Podem coexistir tristeza, apatia e falta de energia com preocupação excessiva, tensão, irritabilidade e ruminação. Também surgem sintomas físicos (taquicardia, falta de ar, dor no peito, enjoo). Se durar mais de 2 semanas ou atrapalhar a vida, procure avaliação profissional.
Ansiedade costuma puxar para o “futuro”: medo, alerta alto, preocupação e tensão. Depressão tende ao “esvaziamento”: desânimo, perda de prazer, baixa energia e esperança. Elas podem andar juntas, por isso o diagnóstico precisa ser clínico e cuidadoso.
Muitos quadros têm remissão e melhora importante com tratamento. Em geral, combina psicoterapia (individual ou em grupo), mudanças de rotina e, em alguns casos, medicação prescrita por psiquiatra. O foco é recuperar funcionamento e qualidade de vida, não “virar outra pessoa”.
Serve como rastreio, não como diagnóstico. Escalas como DASS-21 podem indicar nível de sintomas na última semana, mas precisam de interpretação e contexto. Use como sinal de alerta e procure psicólogo/psiquiatra se os sintomas forem moderados/altos ou persistentes.
Pode haver risco quando existe ideação suicida, desesperança intensa, automutilação, abuso de álcool/drogas ou incapacidade de se cuidar. Se você estiver em risco imediato, procure emergência (UPA/SAMU 192) e apoio 24h (CVV 188). Não fique sozinho(a).

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